



Para o Taco Não é Soft, a resposta é evidente: a denúncia partiu de alguém que desconhece completamente a realidade nua e crua da nossa modalidade. De quem é individualista e de caráter duvidiso. Quem atua no softbol e no beisebol sabe o deserto que enfrentamos diariamente. Onde estão os especialistas em softbol formados nas faculdades tradicionais de Educação Física no Brasil? Eles não existem. O esporte sequer é ensinado na imensa maioria dos cursos formais do país! O conhecimento técnico que mantém esses clubes em pé há décadas foi construído na raça, na paixão e na herança cultural mantida por voluntários e entusiastas.
Fica a reflexão profunda para todos os fãs e praticantes deste esporte maravilhoso: *você realmente quer o crescimento e o desenvolvimento do softbol no país, ou quer apenas alimentar seu ego, nutrir rancores pessoais e criar desunião?
É inacreditável como rivalidades mesquinhas, frustrações e “falsas certezas” levam pessoas a moverem estruturas administrativas inteiras para satisfazer picuinhas individuais. Usar o aparato fiscalizador como arma de vingança pessoal é uma atitude apequenada e perigosa, que pode inclusive ser configurada como denúncia infundada pelo próprio conselho após suas análises internas.
Esse tipo de conduta prejudica o esporte como um todo. Trata-se de um protecionismo de mercado cego, que não cobre nem entende as necessidades específicas e históricas da nossa modalidade.
O Taco Não é Soft aproveitou a oportunidade para entrevistar a fiscal e entender oficialmente o funcionamento do conselho. Notamos que a atuação segue uma estrutura jurídica muito semelhante à de outros conselhos de classe, como o CREA — normas com as quais nossa equipe jurídica tem ampla familiaridade e conhecimento técnico na redação legislativa.
E deixamos um conselho direto a qualquer profissional habilitado da área: não tenha medo da concorrência de quem não é habilitado. Se a pessoa for incompetente, o próprio mercado se encarrega de descartá-la. Agora, tentar travar a evolução de um clube com denúncias vazias e rasteiras só promove um caos ainda maior do que o Taco tem acompanhado nos últimos anos.
Monopólio e protecionismo sem diálogo não funcionam em sentido nenhum. Já enfrentamos dificuldades demais com a inércia estrutural, a falta de incentivo e o esquecimento. E aqui, no Taco Não é Soft, a gente não vai deixar essa chama apagar nem vai aceitar calado que destruam o softbol por vaidade.
A BUROCRACIA QUE MATA O JOGO: COMO TENTAR DESTRUIR UM ESPORTE QUE NEM COMEÇOU DIREITO NO BRASIL
A equipe do Taco Não é Soft esteve recentemente em uma visita a um dos clubes de softbol e beisebol mais tradicionais e antigos da Região de Campinas. Esperávamos encontrar o de sempre: o som da bola tinindo no taco, o cheiro de grama cortada e famílias inteiras reunidas no famoso “paitrocínio” para manter o esporte vivo. Mas o que presenciamos foi algo, no mínimo, inusitado — e profundamente revoltamte. Principalmente para quem gosta de softbol.
Enquanto o clube cedia generosamente seus campos privados para que as atléticas da Unicamp pudessem realizar o TUNICAMP e promover a prática esportiva universitária, fomos surpreendidos pela presença de uma fiscal do Conselho Regional de Educação Física (CREF). Ela estava lá para realizar uma verificação de documentação para atendimento as normas. que deveria ser de rotina. Mas não era.
A visita ocorreu por conta de uma “denúncia anônima” de que haveria pessoas sem habilitação formal exercendo funções regulamentadas da Educação Física. O resultado? Uma exposição desnecessária e um constrangimento absurdo imposto à diretoria do clube — que, diga-se de passagem, cumpre rigorosamente as leis e mantém toda em ordem —e isto ocorreu , exatamente em um dia festivo e de fomento e incentivo à prática do esporte por estudantes. Haviam 16 times Universitarios de várias localidades.
A fiscal agiu no cumprimento do seu papel legal. : colheu . informações e notificou a instituição para evitar a contratação de pessoas sem registro no conselho para o condicionamento físico de atletas. A lei existe para ser cumprida, e o clube a cumpre. Mas aqui cabe o questionamento incisivo que não quer calar: *por que essa história de denúncia anônima apareceu justo agora? Nos 69 anos de atuação, NUNCA houve denúncias. Por que tanta gente prefere usar a burocracia e a lei, para criar discórdia em vez de somar? Medo ? Raiva ? Briga de poder? Vaidade? Sentimento de posse de coisa pública? Controle? Inveja? Fofoca?
Esperamos que assuntos emocionais e pessoais não sejam mais tratados como assuntos institucionais. O esporte em questão já tem suas dificuldades financeiras. Geralmente é tratado por pessoas caridosas que dedicam seu tempo para ajudar, na maioria das vezes de maneira totalmente voluntária e não existe até o momento , nenhuma faculdade de educação física no Brasil que prepare um profissional que tenha conhecimentos e técnicas específicas para beisebol e softbol. Procuramos saber mais sobre o assunto e por enquanto está tudo nebuloso.
uma coisa é certa: a 69 anos , só existiam times nas Colônias Japonesas. E tudo era tratado em família. Agora. Como inexiste o monopólio e um nicho específico. Diversas ligas tem surgido e precisamos pensar mais no coletivo do que no seu grupo pessoal. Porque estes esportes estão crescendo muito. Pare pense
O Sr professor diz que conhece um Ditado: em rio que tem muita piranha, o Jacaré nada de costas 👍😢🤮😱🤣 para evitar DISCUTIR, e voiceferar..
muita paz e responsabilidade nesta hora.










